sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Faça em casa o cabelo amassado das famosas

mulher com o cabelo amassado - Foto: Getty Images
Fique linda cuidando dos seus cabelos em casa:

mulher com o cabelo molhado - Foto: Getty Images
Primeiro passo

Com o cabelo molhado (não basta deixar os fios úmidos), passe o equivalente a duas moedas (pequenas) de gel modelador. O produto deve ser espalhado em todo o comprimento, e não somente nas pontas dos fios. 



casal mulher secandoo cabelo com a toalha- Foto: Getty Images
 Segundo passo

Amasse os fios, das pontas para a raiz, com uma toalha. Especialistas ressaltam que isso ajuda a tirar o excesso de água do cabelo ao mesmo tempo em que molda os fios. 

secador com difusor - Foto: Getty Images
Terceiro passo

Ligue o difusor na velocidade média e mantenha o aparelho na vertical embaixo do cabelo, para que ele fique com um ar mais rebelde. 

pomada para cabelos - Foto: Getty Images 
Quarto passo

Termine de secar e finalize com uma pomada para selar os fios, dando a impressão de polimento. Use uma quantidade pequena (equivalente a uma moeda) e espalhe com cuidado para não desfazer o amassado. 

Agora é hora de arrasar com seus cabelos amassados, como os das estrelas do cinema!!!


Aprenda a lidar com a diferença de idade nos relacionamentos amorosos


"O amor não tem idade para manifestar-se e ninguém pode julgar o que é melhor para o outro, posto ser a escolha do parceiro algo totalmente subjetivo"
 
Há casais que, aos olhos dos outros, passam por pai e filha ou mãe e filho, tal a diferença de idade dos dois. Quinze ou vinte anos de diferença realmente nos dão a sensação de duas gerações se relacionando - o que de fato é, não dá para negar. Isso pode ser absolutamente irrelevante para quem está na relação, e quanto mais velhos forem, menor será a importância dada a esse fato.
 A questão se complica quando o mais velho começa a exigir do mais novo atitudes condizentes com sua idade e maturidade, o que o outro ainda não desenvolveu simplesmente por não ter tido as mesmas experiências e vivências. Aquele, com sua experiência de vida e maturidade, quer que o parceiro corresponda agindo e pensando como ele, mostrando impaciência e intolerância com certos desejos ou inseguranças do cônjuge comuns à fase de vida em que ele se encontra. Esquece de colocar-se no lugar do outro - atitude que todos nós deveríamos sempre ter - para perceber seu lado, o que ele realmente necessita.
 O inverso também é verdadeiro: quando o mais novo começa a exigir coisas do mais velho que já não lhe cabem, pois está em outra fase de vida, e irrita-se quando percebe que seu parceiro não tem a mesma disposição para certas situações que, anos atrás, já fizeram parte de sua vida. Os anos passam, as prioridades e vontades mudam, a capacidade física e disposição se alteram. É preciso respeitá-las.
 Um dos pontos que pesam para que uma relação tenha mais chances de sucesso é ambos estarem vivendo a mesma fase de vida, ou pelo menos estarem em fases parecidas. Por exemplo: um homem já divorciado, pai de filhos adultos, casa-se pela segunda vez com uma jovem com idade equivalente à dos filhos, e resolvem começar uma nova família. Essa jovem não viveu muitas coisas pelas quais o marido já passou, e tem vontade de vivê-las. Está em seu direito, claro. Mas é preciso enfrentar uma série de questões que provavelmente virão à tona em algum momento, como os comentários "irônicos" dos amigos, o olhar crítico da família de origem (pais, irmãos), a convivência com os filhos do primeiro casamento, que pode vir com resistência em respeitar uma madrasta que possui praticamente a mesma idade deles.
 O inverso, novamente, também é verdadeiro. Não estou dizendo que essas uniões estão fadadas ao fracasso, mas sim que enfrentarão mais dificuldades que outras em que as idades são mais próximas. O casal tem que se pautar em muita cumplicidade, apoio, confiança, coragem e, acima de tudo, amor, para vencer os obstáculos que surgirão.
 É preciso muito respeito e, uma condição fundamental, a inversão de papéis a todo momento. Com isso quero frisar a importância de "colocar-se no lugar do outro" para que se percebam suas necessidades, a fim de evitar que se cobrem coisas impossíveis e não condizentes com a idade do cônjuge.
Parceiros mais jovens podem reacender nos mais velhos uma alegria de viver que já não parecia existir, dando-lhes uma injeção de ânimo e trazendo à tona uma energia muitas vezes surpreendente.
O amor é nobre, independente da idade em que aconteça. Que tenhamos, então, a oportunidade de vivenciá-lo em sua plenitude!
 

Uma receita diet e deliciosa! A porção é livre de açúcar e rica em potássio



Panqueca de banana diet


Ingredientes:
1 ovo
1 xícara (café) de leite desnatado
1 unidade média de banana prata
2 colheres (sopa) rasa de farinha de trigo
1 colher (chá) de óleo
Canela em pó a gosto
10 gotas de adoçante 
Modo de Preparo:
Bater um pouco a clara, depois a gema, juntar o leite, a farinha de trigo, o adoçante e mexer bem para não encaroçar. Em seguida, juntar a banana cortada em rodelas fininhas. Aquecer a frigideira e pincelar com óleo, apenas para untá-la. Colocar 1 colher (sopa) da massa para cada panqueca Deixar corar dos 2 lados e enrolar. Arrumar num prato e polvilhar com canela em pó. Antes de servir, levar um pouco ao forno.

Rendimento : 6 porções
Calorias por porção : 45 kcal/porção

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Diabetes gestacional afeta vida da mãe e do bebê


O diabetes gestacional é aquele diagnosticado durante a gestação. Segundo um estudo americano publicado em 2008 no The New England Journal of Medicine, 18% das mulheres grávidas são diagnosticadas com diabetes durante a gestação. 

A doença se caracteriza pelo aumento do teor de açúcar no sangue, com consequências que podem ser graves tanto para a mãe quanto para o feto. E traz a necessidade de investigação sobre os possíveis fatores de risco. 

O diabetes ocorre quando o pâncreas - órgão responsável pela produção de insulina - não é capaz de cumprir sua tarefa de metabolizar quantidade suficiente de açúcar circulante no sangue.

Por conta da atuação dos hormônios da gestação, há uma chance maior do desenvolvimento de diabetes durante a gravidez. Além disso, na gravidez, é comum a mulher diminuir a prática de atividade física e, muitas vezes, ocorre um considerável aumento de ingestão calórica. 

Como é feito o diagnóstico
O índice glicêmico é determinado por um número de corte, que mede a quantidade de açúcar no sangue em mg/dL (miligramas por decilitro). O Consenso Brasileiro de Diabetes Gestacional lançou esse ano que um índice glicêmico maior que 85 mg/dL já é indicativo de diabetes. 

Entre os exames de rotina do pré-natal, são solicitados alguns especificamente para rastrear a doença. Logo na primeira consulta de pré-natal, por exemplo, é pedido à mulher o primeiro teste, que vai medir a quantidade de açúcar no sangue em jejum. 

Se o resultado do exame for normal (menos de 85 mg/dL) e a mulher não tiver fatores de risco, a médica só deverá solicitar uma nova avaliação quando a gestante estiver entre o quinto e sétimo mês (da 24ª à 32ª semana). 

Se nesse primeiro teste o índice for de 85 a 125 mg/dL, a paciente terá que fazer o teste de tolerância à glicose com ingestão de 75 g da substância precocemente. Para este teste, são realizadas duas ou três coletas de sangue (uma em jejum, e as duas outras após 1 e 2 horas da ingestão de 75 g de glicose). Se o exame inicial em jejum der 126 mg/dL ou mais, é constatado o diabetes gestacional, e o tratamento deve ser iniciado. 

Fatores de risco 
Na primeira consulta, antes mesmo dos exames iniciais, a obstetra avaliará se a futura mamãe apresenta fatores de risco para diabetes gestacional, tais como:

- Histórico de diabetes na família, principalmente em parentes de primeiro grau (pais, avós e irmãos); 
- IMC (índice de massa corpórea) pré-gestacional maior que 30; 
- Idade superior a 25 anos; 
- Se, em uma gravidez anterior, o bebê nasceu com 4 kg ou mais; 
-Histórico pessoal de intolerância à glicose; 
- Perdas anteriores de bebês durante a gestação, sem causa aparente, ou nascimento de crianças com má formação também sem causa aparente; 
- Açúcar na urina na primeira consulta de pré-natal; 
- Ser portadora da síndrome dos ovários policísticos; 
- Uso atual de medicações à base de corticóides; 
- Ser hipertensa ou estar com hipertensão durante a gravidez; 
- Diabetes gestacional em gravidez anterior. 

Quem já é diabética e engravida
Quem é portadora de diabetes antes da gestação, tanto do tipo 1 quanto do tipo 2, precisará de um acompanhamento pré-natal mais rigoroso desde o início, pois se trata de uma gravidez de alto risco. 

A mulher deverá realizar controles regulares da glicemia, o chamado perfil glicêmico, para ajustar as doses de insulina, se já fizer uso dessa medicação, ou averiguar a necessidade de começar a usá-la, caso ainda não o faça. Nesse caso, o ideal é que, além do acompanhamento da obstetra, a gestante passe também por consultas periódicas com o endocrinologista, para um trabalho em conjunto. 

Tratamento foca controle do açúcar no sangue 
Se o médico fizer o diagnóstico de diabetes gestacional, serão necessárias algumas medidas. Faz parte do tratamento uma dieta fracionada, que deve ser orientada pela obstetra juntamente com uma nutricionista, atividades físicas comandadas por um profissional sob supervisão da obstetra, e, eventualmente, o uso de medicação. 

Mas tudo isso vai depender do resultado do perfil glicêmico. O objetivo é saber se dá para controlar o diabetes por meio de alimentação balanceada e exercícios físicos apenas, ou, então, se será preciso administrar insulina. O perfil glicêmico será realizado tantas vezes quanto a obstetra achar necessário para o controle do nível de açúcar no sangue da paciente, sendo, muitas vezes, necessária a internação hospitalar. 

Riscos para o bebê 
O diabetes é de alto risco para o bebê no período gestacional e neonatal. Condições que ocorrem com maior frequência nas diabéticas e seus bebês incluem malformações congênitas, prematuridade, problemas respiratórios e complicações metabólicas como hipoglicemia (baixo nível de açúcar no sangue do bebê). 

Os riscos para o bebê estão relacionados ao início e à duração da doença, assim como à sua gravidade durante toda a gestação. Esses riscos sofrem influência também de outras complicações da gravidez, como, por exemplo, pré-eclâmpsia (hipertensão arterial específíca da gravidez), que é duas vezes mais comum em pacientes diabéticas em comparação a gestações normais, e cuja ocorrência aumenta com a gravidade da doença. A pré-eclâmpsia é frequentemente associada ao parto prematuro, o que contribui também para complicações no recém-nascido. 

Vale destacar, ainda, que o aumento do açúcar no sangue materno no início da gravidez conduz à elevação das taxas de abortos espontâneos e malformações fetais. Por outro lado, o desenvolvimento neurológico de bebês de mães diabéticas bem controladas é semelhante ao das crianças normais. No entanto, diabetes mal controlado pode resultar em anormalidades no desenvolvimento da criança. 

O parto pode ocorrer normalmente 
Se os níveis do açúcar estiverem perto do normal e não houver outras complicações, o bebê poderá nascer naturalmente, com 9 meses, através de parto normal, inclusive. 

Depois de dar à luz, a maioria das mulheres com diabetes gestacional voltará ao seu nível normal de açúcar no sangue. Porém, quem teve a doença durante a gravidez tem maior risco de desenvolver diabetes. Portanto, é necessário dar continuidade ao acompanhamento médico. 

Prevenção 
Um programa de cuidados antes mesmo de ficar grávida, com controle rigoroso da glicemia e do peso materno antes e durante toda a gravidez, pode diminuir os riscos de aborto e malformações fetais, entre outras complicações decorrentes do diabetes. 
Então, ressalto a importância do pré-natal de consulta médica durante o planejamento da gestação.                O controle glicêmico rigoroso durante a gravidez está associado a menores taxas de mortalidade perinatal. O risco pode ser reduzido drasticamente pelo controle da glicemia durante a gravidez. 


segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Cinco especialistas respondem todas as suas dúvidas sobre a acne



É verdade que existe uma bactéria causadora da acne?

Sim. Mas nem toda espinha é, necessariamente, resultado apenas de uma infecção. A acne é causada pela associação de fatores genéticos, pela variação hormonal e pela presença das bactérias Propionibacterium acnes e Propionibacterium ovale. O processo infeccioso, portanto, é somente um dos fatores que podem desencadear o problema, e em um grau mais grave. 

2. Peles brancas são mais vulneráveis? 

Bobagem. As espinhas estão diretamente associadas ao funcionamento das glândulas sebáceas, e não à tonalidade da pele. Sabe-se, entretanto, que as pessoas mais morenas têm maior propensão às marcas e cicatrizes. Motivo extra para esquecer, definitivamente, aquela mania desesperada de espremer os carocinhos. 

3. Estresse causa espinhas? 

Mais ou menos. A história é a seguinte: como a variação hormonal está associada ao aparecimento das espinhas, qualquer abalo emocional mais forte e duradouro pode interferir na saúde da sua pele. Isso porque a ansiedade e o estresse aumentam a liberação dos hormônios masculinos, responsáveis pela atividade das glândulas sebáceas. 

4. Tomar pílula limpa a pele? 

Não só a pílula, mas outros anticoncepcionais de base hormonal podem ser recursos eficazes no combate às espinhas. Isso vale para os medicamentos que contêm etinilestradiol na fórmula. Trata-se de um composto que diminui, na circulação sangüínea, a quantidade da enzima que realiza a transformação da testosterona livre em dihitestosterona. Quando entra em contato com a pele, essa substância torna-se responsável pelo surgimento da acne, de pêlos em excesso e da secreção de material seboso.

5. Mudar a alimentação acelera o tratamento?

Sim. Mesmo que, até hoje, nenhum estudo tenha comprovado a relação direta entre algum alimento e o aparecimento de espinhas, sabe-se que um cardápio balanceado é fundamental para manter a pele hidratada e bem nutrida. Então, é melhor evitar o excesso de gorduras (isso inclui o chocolate, branco principalmente). Mas não precisa cortar de vez a guloseima, basta dar uma maneirada.  

6. Existe alguma dieta anti-espinhas?

Se você estiver pensando num cardápio completo, com café-da-manhã, almoço e jantar, não existe. Mas os especialistas reconhecem que alguns alimentos, se consumidos com maior regularidade, livram sua pele do problema. Hortaliças, frutas e legumes são ricos em vitaminas e fibras, que ajudam o intestino a funcionar melhor (assim, as toxinas não se acumulam e param de explodir na sua pele). Só não esqueça: a ação das fibras depende da ingestão de água, no mínimo oito copos por dia. As proteínas também são fundamentais, pois têm como funções principais a construção e regeneração dos tecidos. Carnes, leite e derivados, feijão e soja são boas fontes. Ah, e na hora de pôr na panela, cuidado com a quantidade de gordura. 

7. Espinha é tudo igual? 

Não. Atualmente, os médicos trabalham com quatro tipos de diagnóstico: Grau I: a pele fica cheia de cravos. Eles surgem porque uma espécie de rolha (formada por células mortas) tampa os poros e represa o material gorduroso. Grau II: nem sempre a rolha de células mortas veda totalmente os poros. Quando o sebo vasa, ocorre uma reação inflamatória e aparecem pontos avermelhados. Grau III: neste caso, o processo inflamatório tem sua ação intensificada pela ação de bactérias naturalmente presentes na pele. Surgem, então, as pústulas (pontos amarelados). Grau IV: perfil mais grave do problema, combina cravos, pontos vermelhos e amarelados. 

8. As mulheres são mais atingidas pelo problema do que os homens? 

Puro mito. È muito provável que essa percepção tenha surgido porque elas, mais vaidosas, procuram ajuda com maior freqüência. Mas é exatamente um hormônio masculino, a testosterona, que provoca a hiperfunção das glândulas sebáceas mais sensíveis nos homens. 

9. Qual a relação entre os hormônios e a acne? 

As glândulas sebáceas, que controlam a oleosidade da pele, têm o funcionamento diretamente associado à testosterona, um hormônio masculino que também atua no metabolismo das mulheres. Quando há redução dos hormônios femininos e a testosterona passa a ter uma ação maior, nota-se uma maior atividade das glândulas sebáceas. 

10. Os remédios para secar espinhas têm alguma contra-indicação? 

Depende. Mesmo que sejam vendidas sem prescrição médica, essas fórmulas contêm substâncias que podem irritar a pele, piorar as espinhas ou até formar cicatrizes. Na melhor das hipóteses, o gel ou a pomada para secar espinhas não tem efeito nenhum, ou seja, não piora, nem melhora a acne. Então, apara evitar a perda de tempo, de dinheiro e a formação de marcas, procure um dermatologista antes de aplicar qualquer produto na sua pele. 

11. E o Roacutan resolve mesmo? 

Tecnicamente chamado de isotretinoína, esse medicamento ainda é uma das opções mais confiáveis para os casos graves de acne. Isso porque ele promove a atrofia das glândulas sebáceas. Sim, você entendeu certo: sua pele resseca, e muito, com o tratamento. Mas trata-se de uma fórmula bastante forte e, por isso, só pode ser ingerida com orientação médica. Antes de prescrever, os especialistas exigem a realização de uma série de exames, como hemograma, função do fígado, triglicérides e colesterol, todos repetidos a cada dois meses. O tratamento com isotretinoína dura, em média, um semestre. Mas esse período varia de acordo com a dose diária do remédio. Efeitos colaterais como alterações de humor, no sono, na libido e até depressão são raros, mas podem acontecer. 

12. Depois do fim do tratamento, as espinhas podem voltar? 

O remédio é forte e, em muitos casos, resolve o problema definitivamente. Mas há pacientes que, depois de dois anos sem tomá-lo, voltam a ter espinhas. Felizmente, o problema aparece em menor quantidade e num grau mais simples. Recursos mais suaves podem, então, ser empregados para solução. 

13. O laser funciona contra a acne? 

Jatos de luz pulsada ressecam as glândulas sebáceas, impedindo a formação da acne. Normalmente, esse tipo de tratamento é recomendado para pacientes que apresentaram alguma restrição à isotretinoína ou para mulheres que desejam ser mães em breve, porque o medicamento tem componentes que prejudicam a formação do feto. Vale lembrar que, mesmo depois de interromper o consumo do remédio, é preciso esperar seis meses para engravidar.  

Prisão de Ventre??? Saiba mais sobre esse problema



  

Toda semana, a história se repete. Cansado de lutar contra o intestino preso, você acaba apelando aos laxantes como uma solução prática contra o problema. Tem gente, inclusive, que recorre aos medicamentos antes mesmo que a prisão de ventre se instale, a fim de regular o relógio intestinal. 

Esse comportamento, no entanto, esconde alguns perigos. Isso porque os remédios usados para regular o intestino podem ter efeito contrário com o tempo, prejudicando as etapas finais da sua digestão. Mas o primeiro passo para colocar tudo nos eixos é limpar sua cabeça de raciocínios prontos. "Ir banheiro diariamente é uma regra que não se aplica a todo mundo, já que cada organismo apresenta um andamento diferente", tranquiliza o gastroenterologista da Unifesp, Roberto de Carvalho Filho. 
O intervalo para eliminação das fezes pode variar de três vezes por dia a três vezes na semana e todos são considerados normais. "Mas fugir disso não indica algum tipo de doença intestinal" , garante Roberto. Isso porque, além da freqüência, o diagnóstico de um problema intestinal é feito a partir de outros sintomas, como dor e distensão abdominal, esforço excessivo durante a eliminação das fezes, sangramento e sensação de insatisfação. 

Muito comum também é pensar nos laxantes como medida preventiva. Eles não servem para educar seu intestino, e sim para os casos em que a prisão de ventre já está incomodando. "A gente não proíbe os laxantes. Mas o paciente precisa entender que eles servem como um tipo de tratamento inicial" , alerta o gastro. Ao colocar mais fibras e líquidos na alimentação, é possível regular o intestino naturalmente, uma mudança que vem aos poucos, e não da noite para o dia. 

Mude os maus hábitos
O especialista da Unifesp afirma que 90% dos casos de prisão de ventre são considerados constipações funcionais. Isso significa que eles não estão relacionados a nenhum tipo de distúrbio orgânico, mas a maus hábitos. Algumas vezes, a alimentação é equilibrada, mas a distância do banheiro de casa impede o intestino de funcionar, um reflexo psicológico muito comum entre as mulheres e perfeitamente contornável desde que, aparecendo a vontade, não haja resistência. "Se o reflexo do intestino não é respeitado, as fezes se acumulam. Enquanto isso, o intestino vai absorvendo a água contida nelas, dificultando a eliminação posterior", completa. 

Mitos ou verdades???

Muitas vezes ficamos curiosos para saber se aquela comida ou aquela outra faz mal, se fazer isso ou aquilo certa hora é ruim, se assim ou daquele jeito é aconselhável, etc. Mas muita gente não paga pra ver e decide não fazer, não comer, não, não e não...
Confira agora algumas respostas para tantas perguntas que surgem em nosso cotidiano:

              
            Chá verde emagrece?
Não. O chá verde é rico em antioxidantes que protegem contra o envelhecimento celular.    
Ele é conhecido também por acelerar o metabolismo e, consequentemente , queimar mais calorias. Entretanto, esse efeito conhecido como termogênese é encontrado em todos os alimentos, já que para metabolizar são gastas calorias com a digestão e absorção de nutrientes. Esse aumento no metabolismo não é suficiente para ocorrer o emagrecimento apenas pela ingestão do chá. A alimentação deverá sofrer modificações para que haja a eliminação de peso.



Comer à noite engorda?
Não. O que faz com que haja o ganho de peso é a quantidade calorias maior do que a necessidade. Se as calorias estiverem adequadas para que não haja o ganho de peso e os alimentos estiverem bem distribuídos, fazer uma refeição à noite será indicado.

Para emagrecer é necessário fazer poucas refeições?

Evidentemente, se forem realizadas poucas refeições durante o dia, a quantidade de calorias do dia será baixa o que levará à redução de peso. Entretanto, uma restrição excessiva irá prejudicar o emagrecimento futuramente, já que a tendência é a da redução do metabolismo. Agora, para mantê-lo sempre ativo, é necessário fazer as 3 refeições principais e dois pequenos lanches entre elas, respeitando a quantidade de calorias indicadas para que inicie o emagrecimento.



Conforme envelhecemos, ganhamos peso?

Conforme a idade avança, há a perda de músculos, o tecido ativo do corpo que faz com que haja queima de calorias. Dessa maneira, é importante manter uma rotina de atividades físicas e ter uma alimentação adequada para que o peso se mantenha dentro do adequado evitando, assim, o ganho de peso com o avanço da idade.